terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A idade de ser feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer

Fase mágica,em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e sorrir e cantar e brincar e dançar e vestir-se com todas as cores e entregar-se a todos os amores experimentando todos os seus sabores sem preconceito nem pudor

Tempo de entusiasmo e de coragem em que todo desafio é mais um convite á luta que a gente enfrenta com toda a disposição  de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso

Essa idade, tão fugaz na vida da gente,chama-se presente, e tem apenas a duração do instante que passa ...
... doce pássaro do aqui e agora que quando se dá por ele já partiu para nunca mais!



Geraldo Eustáquio de Souza

Move On

Há  momentos na vida que  pensamos  dar  um passo certeiro e encontramos o abismo...mas talvez seja  mesmo necessário encontrar  abismo, cair na profundeza e bater fundo, sentir o frio do medo, a dor de não ter.

Assim me sinto hoje, qual fénix a tentar  fazer  cumprir a minha lenda, bater-me-ei sempre por mim, acima de tudo por mim e pela certeza de que há algo mais  lá  mais à frente...só para mim.

É como uma bátega de água  que  nos sacode e nos faz  perceber...estás vivo! Acorda! Ficamos tantas  vezes a pensar  no  mesmo, a pensar  o porquê de ser assim, o porquê do silêncio, do gesto, e para quê? É tempo perdido.

Hoje por instantes  quase cedi à tentação de pensar...não vale a pena, mas vale e vale por mim. Move on!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

domingo, 28 de novembro de 2010

Direitos...

Enfim, mais  um dia perdido. Sou  muito céptica  em relação  a estes movimentos orquestrados  pelos  sindicatos. Sim, porque  quem  no dia 24 fez greve não tem com certeza o posto de trabalho  em perigo, ou  se tem não tem interesse em  conservá-lo.

É pena que nos  momentos chave, os portugueses não exerçam  com a mesma convicção os seus direitos,  é pena que  não votem e decidam do seu  futuro  quando devem. Não sinto a mesma dedicação  nesses dias, embora seja  nesses dias que  tudo se decide.

Assim  não  fiz greve, trabalhei e  sinto  que é disso  que precisamos, trabalhar , inovar  dentro da nossa área,  criar  perspectivas,  dar o  salto. Sei que  muitos  não  concordarão comigo, mas a liberdade de expressão é outro precioso direito.  

Aceito  que  estamos a ser esmagados pelas políticas meteóricas deste  governo, aceito que  há  desperdícios a mais  num país  onde as receitas não  chegam, contudo a única forma  que vejo  de dar a volta é crescermos individualmente como profissionais, lutar  e não  ficar à espera da mão estatal.

Factor essencial, a meu ver, é conhecer de facto a realidade política, ler, estudar, ser activo,  não só para greves, mas acima de tudo para  criar alternativas,  abrir  horizontes.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Long time no see

Back, mas  sem  grande tempo ou ânimo, muito trabalho a  fazer.
Nova escola,  novas turmas, inverno à porta,  e uma ideia de mudar de ares que me passou pela  cabeça recentemente.

Quando  sentimos que  estamos a perder a motivação, há-que fazer algo e sinceramente neste  momento, sinto-me a perder aquilo que me é  mais característico: a criatividade.

Assim sendo,  voltarei apenas  quando sentir  que o discurso é o mesmo de outrora, animado e   cheio de vontade de mudança, para já observo enquanto não tomo a decisão...

Passou um ano e a sensação de perda e vazio mantêm-se, sei que  talvez  estejas aí, mas não te  sinto. Tenho de mudar de rumo só não sei qual tomar.

Nem falei  da Madeira... estive  5 dias Madeira em Agosto,  adorei as paisagens e gostaria  muito de um dia  voltar para  fazer  os trilhos  de montanha. Foi  uma  excelente experiência , de agradecer à minha  colega S. pela  belíssima ideia que teve.

Voltarei em breve...ou talvez não.

sábado, 14 de agosto de 2010

Dreams


E se o que  vivemos  neste  preciso  momento nao passar de um sonho? A realidade é  de facto o que  vemos  ou estaremos  dentro de um sonho sem que  disso  nos apercebamos? Sonhar  sempre foi e será a forma  mais  fácil de alcançar os  nossos desejos...será?

Todas estas questões são levantadas  no  filme Inception, para  ser sincera  duvidava  um pouco do actor principal, muito artificial a meu  ver...mas enganei-me, pelo  menos  neste  filme. Di Caprio está à  altura de um argumento poderoso.

Living in a dream e  algumas vezes ir para além do sonho e criar um outro dentro desse mesmo...que mente  cria estas histórias? No  início lembrei-me do Matrix, mas este filme vai  muito além,  da destruição pura e simples, a ideia é manuipular, partilhar e alterar ideias, "plantá-las".

Eles vivem  num sonho, a tal ponto que viver o real deixa de ser aliciante, o poder  construir o nosso mundo,  de alterar e viver nele é um atractivo de monta, que a realidade pura  não  consegue  superar. A  dúvida é...até que ponto o sonho é real?

O sonho  necessita de Arquitecto, aquele  que  constrói os  cenários, o que Sonha e a Âncora, ou seja, aquele  que faz o clique e os traz à realidade. Cada nível é um mergulho, cada  salto é aprofundar o sonho, ir fundo até plantar a ideia..ou roubá-la.

No  final o personagem  proncipal parece  ter alcançado o seu  objectivo,  voltar à família...mas será que tudo aquilo é real? Não estará ele mais uma vez a sonhar? Basta  um clique, um empurrão e estamos de volta...ou não.




sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Reflectir...

Adorei esta caminhada,  para aqueles que estão indecisos ou assustados pelo  número de kms a percorrer, não esmoreçam, vale a pena!

É como se a vida vos desse uma nova oportunidade para testar os  vossos limites, sem  esforço nada se consegue, sem dedicação nada floresce. Caminhar permite-nos pensar, reorganizar os nossos objectivos, repensar as nossa prioridades, acima de tudo reecontrarmo-nos  connosco próprios.

É o primeiro Verão sem ti... sem a tua presença física ao meu lado, mas eu sei que onde estás me acompanhas, obrigada. Que este seja o primeiro de muitos caminhos trilhados, bem haja aqueles que me acompanharam!